domingo, 14 de fevereiro de 2016

Ferramentas digitais para potencializar o seu negócio




Twitter
Muitos usuários são membros dessa "comunidade", que se organiza por meio de mensagens curtas diárias. Empresas que têm um perfil no Twitter estarão não apenas mais próximos de seu fiéis clientes, mas de outros futuros. E interessante deixar algum ou outro comentário no Twiter, marcar algum posicionamento para que clientes ouçam a voz da empresa (tenha cuidado com as ideologias do que é postado no twitter, você poderá perder algum cliente, dependendo das mensagens que compartilha).

Facebook
Houve uma época em que o Facebook era um dos principais alvos de divulgação para empresas. Hoje, especialmente em virtude de sua popularidade e do surgimento de outros meios de interação virtual, o Facebook não pode ser apenas o único meio de interação entre empresa e cliente. É preciso ir além. Vale a pena criar uma Fan Page da empresa para que os usuários "curtam" o que a empresa divulga. Uma "curtida" no Facebook é valiosa para uma empresa.

Instagram
O Instagram, nos últimos três anos tem sido uma grande rede de divulgação de produtos e de serviços. Conheço pessoas que ganham muito dinheiro por causa de um perfil no Instagram, especialmente lojas de roupas ou vendedores de roupas que têm sites na internet, blogueiros (as).

Sites/blogues
Sites e blogues ainda funcionam para divulgação de serviço, muito pelo contrário do que as pessoas possam dizer. Talvez em alguns nichos, os sites e blogues não sejam tão interessantes. De qualquer maneira, linkar blogues, sites, Facebook e várias outras redes sociais a números, e-mails, telefones, logo da empresa, isso pode ser uma estratégia decisiva para a divulgação de seus negócios.

Whatsapp
O Whatsapp pode poupar-lhe muito dinheiro gasto com ligações. Além disso, ele garante bastante confiabilidade a usuários que o utilizam, o que, acredito, gera maior aproximação entre estes e a empresa.

O SEBRAE oferece vários cursos online gratuitos para empreendedores iniciantes, vale a pena conferir as opções e estudar. Hoje, mesmo aqueles que não tenham intenção de manter um negócio exclusivamente pela internet devem repensar as suas estratégias de marketing e utilizar a internet, ao menos, para potencializar os seus negócios e aumentar a interação com os clientes. A internet não é apenas, hoje, uma ferramenta para gerar dinheiro, mas uma necessidade do mundo em que vivemos. Também é importante levar em consideração o meio de acesso dos internautas, seja plataforma desktop ou celular.




terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Os desafios sociais de trabalhar pela internet: "mas você não trabalha?"


Os desafios sociais de trabalhar pela internet: "mas você não trabalha?"

De repente, sua vida foi transformada e você começou a trabalhar pela internet? Conseguiu sair da "roda de ratos" que move o capitalismo e faz as pessoas serem escravas de casa própria, de locais fixos, de horários, de chefes e de empresas? Ganha mais do que todos que você conhece, mas eles não conseguem entender de onde você tira dinheiro e continuam insistindo que isso não é trabalho? Perde, pelo menos, 1 hora explicando para alguém o que você faz? As pessoas pensam que você ganha dinheiro de maneira ilícita ou que você se prostitui? Bem-vindo ao Novo Mundo de trabalho virtual. 

Primeiramente, acho que você não precisa provar nada para essas pessoas, e é muito bom que elas não saibam que a internet é um mercado de oportunidades muito promissor. E informar para alguém que você trabalha dessa maneira chega a ser um incômodo, porque a maioria das pessoas sonha em não ter um chefe e conseguir desenvolver um negócio próprio pela internet, ou seja, elas sonham ser como você e não são ou não conseguem ser. Mas, muito pelo contrário do que parece, elas também não sabem que trabalhar pela internet não é sinônimo de vida fácil, muito pelo contrário, fora os riscos de ser empresário hoje e os altos impostos que o governo cobra de nos empresários. As pessoas não gostam de ouvir essas histórias de vida, porque quase todas elas vivem presas a si mesmas. Repentinamente, aparece alguém que não tem de ser mandado e tem certas vantagens por trabalho em casa e elas não,  isso incomoda muita gente. O melhor a fazer é ficar calado, não comentar, até porque isso mantém as pessoas alienadas no mundo delas, impedindo que elas comecem a empreender pela internet.

Dependendo de seu negócio, é importante ter um contador para auxiliá-lo com as suas finanças e gerar documentos que comprovem a sua renda. De outra maneira, você não conseguirá nem abrir uma conta no banco... Há, ainda, muitas barreiras sociais para empresários no Brasil, especialmente, pequenos e médios empresários. Na verdade, ser empresário é tão complicado, ainda mais para quem empreende pela internet, que muitos preferem ter um emprego com salário fixo a correr risco com a tão temida "instabilidade". Na verdade, as pessoas não estão preparadas financeiramente para viver em um, dois, cinco ou dez anos. Elas se programam em curto prazo e só conseguem viver com aquilo que elas ganham mensalmente e com o décimo terceiro.

Para variar, a escola não traz nenhuma reflexão nesse sentido. Ser empresário acaba sendo uma atitude de autoconhecimento, não é por acaso que existem tantos livros de autoajuda no Brasil em relação a finanças pessoais, porque as pessoas não se planejam para viver. É por essa razão que produtos são vendidos em tantas vezes com ou sem juros e por essa mesma razão que as pessoas não saem de "bolas" de dívidas, vivendo, apenas, para o imediato, para o momento presente, esquecem-se de poupar e de planejar.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Separar trabalho de vida pessoal


Separar trabalho de vida pessoal

Se você trabalha em casa, especialmente pela internet, deve ter dificuldades para separar a sua vida pessoal de seus afazeres profissionais. Embora as fronteiras entre as esferas públicas e privadas hoje não sejam muito delimitadas, e esse discurso pode até ser incorporado às suas estratégias de vendas, é importante separar essas fronteiras para que você não se veja "escravo" de si mesmo, não acabe "preso dentro de casa" e sem tempo para você.

Seguem algumas dicas para que você, que trabalha em casa, consiga separar bem essas fronteiras e goze  de uma vida mais tranquila e produtiva.

1. Tenha espaço em sua casa para separar, fisicamente, os locais onde você trabalha e onde você mora. O ideal é ter um escritório para que, ao fechar a porta deste, você não leve o seu trabalho para a sala, para o quarto, para a cozinha e consiga descansar. Não é nada muito difícil, basta seguir uma rotina e se programar.

2. Não atenda clientes aos finais de semana ou em horário que não seja comercial. Se os clientes perceberem que você cede a isso, começarão a ligar de madrugada, perderão o respeito e começarão a tratar você como alguém próximo deles. É importante deixar claro e separar os limites profissionais de aproximação entre você e o seu cliente.

3. Trabalhar vicia e, dependendo de nossos objetivos, nós podemos não conseguir parar de trabalhar. É fundamental descansar, até para que possamos trabalhar mais e melhor. Sem descanso, tornamo-nos mecânicos, repetitivos e sem criatividade. Não trabalhe por mais de 8 horas seguidas. E, no intervalo de cada 3 horas, descanse.

4. Quando não estiver trabalhando, evite falar sobre trabalho. Tenha um telefone pessoal e um telefone de trabalho, um e-mail pessoal e um e-mail de trabalho. É preciso delimitar essas fronteiras em todos os aspectos de sua vida.

5. Quando estiver trabalhando, trabalhe para não acumular serviço. Não se comprometa a ter uma demanda maior do que você pode atender, para que não tenha, necessariamente, que trabalhar fora do horário que você estipula.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Comparação – custo de vida das cidades brasileiras

Cansou de viver em uma cidade cara, cujos impostos são altos e cujos serviços são ruins e não há muita qualidade de vida?

Mude-se! É isso mesmo, por que não? Guarde algum dinheiro, para se manter, no início da mudança,planeje-se e busque oportunidades em outras cidades. A vida não é tão estática como parece, tampouco o nosso país é tão pequeno, há novas oportunidades e um novo recomeçar em várias partes do pais (e por que não dizer do mundo?).

Se você é empreendedor, procure por cidades em que a sua oferta de serviço seja procurada e que lhe traga alguma qualidade de vida. Se trabalha pela internet, como é o meu caso, eu lhe pergunto por que está a reclamar? É muito mais fácil de se mudar, se os seus negócios não são, digamos,  "físicos", se a sua oferta de serviço ocorre por meio da internet, não há razões para se sentir preso em local algum. Você não é empregado nesse caso, tampouco alienado (pelo menos não após ler este post).

Trabalhar pela internet tem essa vantagem, você não precisa acordar de madrugada, embora trabalhe muito, tampouco precisa se sentir preso a um local. Essa relação fixa e estática entre um empregado e uma cidade é uma relação muito limitadora à noção de trabalho, nos moldes mais pervesos que este assume.

Quando falamos em qualidade de vida, devemos analisar uma série de fatores que se relacionam às nossas escolhas. Devemos analisar o nosso padrão de consumo, estilo de vida, bem como analisar as oportunidades que estão ao nosso arredor (e além dele).

Pesquisando bastante, encontrei um site muito interessante que compara custo de vida nas cidades brasileiras. É possível comparar preço de vários alimentos, habitação, transporte, saúde, esporte etc.

Endereço do site: www.custodevida.com.br

Vejam uma comparação, simulada pelo site, em 2015, entre Brasília e Curitiba:




Curitiba - PR é 25,9% mais barata para se viver que Brasília - DF.

domingo, 18 de outubro de 2015

Ganhar dinheiro pela internet exige organização financeira: poupar é a melhor solução


Você tem dificuldade para poupar dinheiro? Essa é uma das grandes chaves para conseguir mandar bem nas finanças. Empreender e não depender de salário exige muito mais disciplina do que você possa imaginar. Ganhar dinheiro pela internet, às vezes, pode ter os seus "altos e baixos", em alguns meses você poderá receber mais, em outros não... Portanto, é preciso saber administrar as suas finanças e, principalmente, poupar. O segredo de uma vida financeira saudável refere-se ao estilo de vida, às suas escolhas, bem como ao quanto você poupa.
Pessoas mais pobres geralmente não guardam dinheiro, vivem do que recebem ao mês. Isso é um grande problema. É extremamente importante poupar. Sugiro que você tente poupar ao menos 30% do que você ganha ao mês. Diminua os seus gastos e mantenha um estilo de vida mais simples, junte uma boa quantidade de dinheiro a ser investida, para que esse dinheiro gere mais renda para você (aplique-o ou deixe-o na poupança, dinheiro também gera dinheiro), para que ele seja uma segurança, a fim de que você não tenha que trabalhar tanto, por exemplo, no futuro ou para o caso de qualquer emergência e em meses em que o seu negócio não ir tão bem.
Não adianta nada você conseguir fazer dinheiro pela internet e não saber adiministrá-lo. Vivemos em um mundo muito instável, o seu negócio pode não ir tão bem quanto você pensa, no futuro. Então, é importante poupar. Poupar em si é um investimento. Não me refiro à poupança para fins de compra de bens ou para o caso de viagens, embora isso até possa ser considerado uma forma de investimento. Refiro-me à poupança que poderá gerar mais renda para você no futuro. Você pode ter várias poupanças, mas a mais importante delas é a poupança que fará você gerar mais renda, a poupança para investimentos e circulação de seu próprio dinheiro.

sábado, 3 de outubro de 2015

Como usar tags para indexar melhor o meu site/blog?


Como usar tags para indexar melhor o meu site/blog?

Tag, na internet, é termo utilizado como sinônimo de palavras-chave. A diferença é que, além de ser vocábulo de origem inglesa, é mais conhecido por blogueiros e por aqueles que lidam com marketing.

No entanto, quando digo palavra-chave, não me refiro à qualquer palavra, mas a palavras relevantes em relação ao tema de um post, por exemplo. Mas não são apenas os posts que têm tags, imagens inseridas nos posts, a própria página inicial de seu site devem conter tags que as definam para que sejam indexadas nas buscas.

Os sistemas de busca na internet organizam-se por meio de tags. Defina um grupo de tags para o seu site e as insira na página principal. Para cada tópico escrito, utilize uma lista de palavras-chave que definam a busca para aquele vocábulo.

Quanto mais específicas as tags utilizadas, maior sucesso o seu site terá. Evite tags descontextualizadas com o seu site, pense que as tags devem trazer visitantes significativos para o seu site e não qualquer visitante, mesmo que você esteja bastante preocupado com "números".

Para definir melhor, coloque-se no lugar de seus leitores e imagine o que eles poderiam escrever caso buscassem na internet algo relacionado ao que você escreveu. Não seja tão genérico, pense em cada um dos parágrafos que você escreveu e no tema de cada uma das argumentações propostas.

Não exagere em relação à quantidade de palavras-chave, para que você não figure como spam em vez de como um anunciante. Sites que trazem excesso de tags não são muito bem vistos no meio virtual.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Razões para largar o emprego


Pensa em conversar com os seus amigos, com os seus familiares, mas todos dizem para você consultar um psicólogo ou parar com esses pensamentos que eles não irão levá-lo(a) a lugar algum. Afinal, “as coisas estão difíceis”. Você não tem suporte de seus pais, precisa pagar as suas contas, pagar aluguel e sobreviver “sozinho” ou ajudar a (o) sua (seu) parceira(o) a bancar a casa. Seus vizinhos agem da mesma maneira, seus pais, amigos, companheiros(as) condenam esses pensamentos, afinal, todos(as) que você conhecem são “empregados”(as).
O mínimo que chegam a dizer é para você estudar para concursos públicos e que, nesse caso, a vida será mais fácil e tranquila. Você entra em depressão só de se imaginar nessa situação e acredita que a sua criatividade está muito além disso. Seu espírito de liderança e vontade de transformar a sociedade são tão evidentes que você entra em conflito com qualquer alienado preguiçoso que vegeta em seu trabalho e nem sabe o porquê de estar ali. E, por essa razão, é tido como alguém que “não sabe trabalhar em equipe”.
Por um minuto você tem um pensamento empreendedor, pensa em ganhar dinheiro pela internet, abrir um negócio, diminuir o seu padrão de consumo e trabalhar menos para viver de uma maneira mais tranquila ou pensa em largar tudo e viver em uma casa no interior, plantar a sua própria comida e ter uma vida simples. Mas os prazeres da contemporaneidade ainda o deixam tentado e você começa a dizer para você que isso tudo é uma bobagem.
Entrou na internet, digitou “largar o emprego” e encontrou esse post, escrito por alguém que, depois de onze anos trabalhando muito, decidiu sair desse “sistema” e fazer o seu “próprio dinheiro”. Pensa, por um segundo, que está lendo uma daqueles famosos artigos de como enriquecer pela internet e que tudo isso é lorota! Mas continua lendo o texto, pois a leitura está interessante =) rsrs.
Já passei por toda essa trajetória. Dois anos antes de pedir demissão de meu emprego, comecei a ganhar dinheiro pela internet e me tornei empreendedor. As coisas começaram a acontecer com um simples estágio na área de revisão de texto, em 2009 no Supremo Tribunal Federal (STF). Comecei a fazer contatos, criei um blogue e, anos depois, as pessoas começaram a gostar e solicitar cada vez mais o meu serviço pela internet.
Ainda mantive o emprego por uma questão de costume, mas, dois anos de carteira assinada, eu já não precisava mais daquele emprego e daquele salário insignificante. E o pior, salário de professor.
Eu trabalhava como condenado, revisava mais de 1000 textos de alunos por semestre, gratuitamente, nos meus horários de descanso em casa, para, um belo dia, o meu coordenador decidir reduzir o meu salário (transferindo-me do Ensino Médio para o Ensino Fundamental), pois, segundo ele, eu “era uma pessoa que tinha muito conhecimento, mas não era um ‘SÁBIO'” e veio com todo aquele discurso hipócrita de fraternidade e cordialidade brasileira: “faça o que eu digo, mas não o que eu faço”.
Perguntei se o problema era profissional, ele disse que não e continuou insistindo com a sua subjetividade brasileira excessiva. Segundo ele, o motivo dessa mudança deveu-se ao fato de eu ser muito “jovem” e “imaturo” (nem vou comentar, mas ele não sabia que leciono há 11 anos, desde os meus 17 anos de idade).
Naquele momento, eu já estava muito distante do discurso de “trabalho por amor”, “fui designado a ser pobre, ser humilhado (por uma pessoa que se formou em letras por ser o curso mais fácil para ela) e sofrer dando aulas”. Acordei às 4 horas da manhã, muito revoltado, e simplesmente decidi NUNCA MAIS DAR AULAS NA MINHA VIDA! Afinal, apesar de minha juventude, eu já lecionava há 11 anos e já tinha feito demais por esse país sem receber muito em troca. De fato, eu não deveria ser um sábio mesmo, naquele momento, tendo em minhas mãos todas as ferramentas e todo o conhecimento e vontade para sair daquela vida miserável! Por que eu sofreria e continuaria dando aulas, então?
Pensei que minha atitude poderia me fazer voltar para minha detestável e vazia cidadezinha de interior rsrs, passar fome e, com um título de mestre em uma Universidade Federal, virar história como a daquele lendário senhor doutor que, mesmo tentando de tudo, terminou vendendo cachorro quente na esquina (o que é uma possibilidade financeira, se der dinheiro, mas as pessoas não reconhecem isso. Talvez seja melhor do que ser empregado :D) ou que virou morador de rua, e ser motivo de pena daquele primo funcionário público ou daquele tio orgulhoso que se diz feliz com um salário de dois mil reais por mês, um apartamento e um carro na garagem, vivendo do cheque especial do banco.
O pior era pensar o que os meus pais diriam: “nossa, você trabalhava em uma instituição tão boa, tinha vale alimentação, ganhava 4 mil reais por mês, gostava do que fazia, por que largou o emprego, você é louco? Não irei sustentá-lo, seu vagabundo!” Pensei, naquele momento, somente em mim e, apesar de ficar abalado por algumas semanas, senti que caminhava para fora desse injusto sistema de trabalho.
Hoje vivo basicamente de minha atitude empreendedora na internet. Fiz vários contatos, fidelizei clientes, presto serviço para instituições públicas ou privadas. Tenho onze atestes de capacidade técnica. Ao contrário do que possa parecer, continuo trabalhando muito, passo madrugadas trabalhando, às vezes. A grande diferença é: o meu trabalho tem o valor que eu acredito e mereço. Além disso, sou muito feliz trabalhando com o que gosto.
O lado negativo disso tudo (ou não) é saber poupar dinheiro e administrar as finanças para não passar por apertos nos meses de baixo movimento. Mas isso é fácil, tenho um padrão de vida simples, embora invista parte do meu dinheiro em viagens. É fundamental divulgar o seu produto, seja na internet ou mesmo nos locais de grande consumo de seu serviço/produto, ser MUITO atencioso com os clientes e tratá-los de maneira muito prestativa e educada, o que exige muito esforço e paciência, mas faz toda a diferença.

Obs: não tenho a intenção de incentivar ninguém a largar o emprego com esse post, mas, apenas, de apresentar as minhas razões para ter largado o meu emprego. A leitura desse texto pode gerar várias reflexões e atitudes por parte de meus leitores, mas eu não me responsabilizo por elas.