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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Finanças pessoais: como nos relacionamos com o dinheiro?

O Banco Central disponibiliza material muito interessante sobre finanças pessoas, elaborado por especialistas, vale muito a pena conferir:

como nos relacionamos com o dinheiro?

1.1 Relacionamento com o dinheiro Desde cedo, começamos a lidar com uma série de situações ligadas ao dinheiro. Para tirar melhor proveito do seu dinheiro, é muito importante saber como utilizá-lo da forma mais favorável a você. O aprendizado e a aplicação de conhecimentos práticos de educação financeira podem contribuir para melhorar a gestão de nossas finanças pessoais, tornando nossas vidas mais tranquilas e equilibradas sob o ponto de vista financeiro. Se pararmos para pensar, estamos sujeitos a um mundo financeiro muito mais complexo que o das gerações anteriores. No entanto, o nível de educação financeira da população não acompanhou esse aumento de complexidade. A ausência de educação financeira, aliada à facilidade de acesso ao crédito, tem levado muitas pessoas ao endividamento excessivo, privando-as de parte de sua renda em função do pagamento de prestações mensais que reduzem suas capacidades de consumir produtos que lhes trariam satisfação. Infelizmente, não faz parte do cotidiano da maioria das pessoas buscar informações que as auxiliem na gestão de suas finanças. Para agravar essa situação, não há uma cultura coletiva, ou seja, uma preocupação da sociedade organizada em torno do tema. Nas escolas, pouco ou nada é falado sobre o assunto. As empresas, não compreendendo a importância de ter seus funcionários alfabetizados financeiramente, também não investem nessa área. Similar problema é encontrado nas famílias, onde não há o hábito de reunir os membros para discutir e elaborar um orçamento familiar. Igualmente entre os amigos, assuntos ligados à gestão financeira pessoal muitas vezes são considerados invasão de privacidade e pouco se conversa em torno do tema. Enfim, embora todos lidem diariamente com dinheiro, poucos se dedicam a gerir melhor seus recursos. Talvez esse aparente desinteresse decorra do fato de acharmos que sabemos mais sobre o uso do dinheiro do que realmente sabemos, e isso pode trazer a falsa sensação de que dominamos os assuntos relacionados à gestão financeira. Pesquisas revelam que 3 em cada 4 famílias sentem alguma dificuldade para chegar ao fim do mês com seus rendimentos. E você, como lida com seu dinheiro? Quer aprender um pouco mais sobre como administrar melhor e mais eficientemente seus recursos financeiros? 

Leia mais em:

https://www.bcb.gov.br/pre/pef/port/caderno_cidadania_financeira.pdf

5 dicas para interagir melhor com os seus clientes

1. Independente do que ocorrer, seja sempre respeitoso com os clientes. Escute-o e responda-o sem ser agressivo(a).
2. Seja detalhista em relação ao que você vende. Explique, detalhadamente, as limitações de seu produto ou de sua prestação de serviço. Evite discursos absolutos, que tendem à perfeição, mas cuidado para não transparecer como um profissional que não sabe o que está fazendo. Todo serviço e todo produto tem determinada limitação, isso refere-se ao campo de atuação deste. Por exemplo, uma pipoqueira não tem a mesma função de um microondas ou uma prestação de serviço de diagramação não tem a mesma função de prestação de serviço de consultoria gramatical. E, mesmo em cada ramo, há limitações. Uma pipoqueira x, de determinada marca, é diferente de uma pipoqueira y.
3. Seja profissional e evite subjetividade em excesso. Não comente de sua vida pessoal, não fique de conversas fiadas. Despeça-se de seus clientes de maneira objetiva, sugiro o tratamento "atenciosamente", não mande abraços, beijos, cuidado com intimidades, elas podem levar o seu negócio à ruína. 
4. Não faça mais do que você se propõe a fazer, seja profissional. Valorize o seu trabalho. Se o cliente pediu o serviço y, não vá pelo discurso do jeitinho de fazer o serviço y e t, pagando, apenas, pelo serviço y. Seja claro nesse sentido, exponha as suas negociações de maneira clara, indique os horários de funcionamento, haja de maneira profissional. 
5. Cuidado para o profissionalismo não soar como falta de educação. Ás vezes, alguns clientes, no fundo, não querem comprar o seu produto em si, mas querem, apenas, por uma questão de identidade ou qualquer outro motivo, serem ouvidos por você, serem validados por você. Às vezes a necessidade de um cliente alia-se ao fato de este querer ser validado por você e tenha certeza de que se ele não se identificar com você, ele pode até gostar do produto, mas não irá comprá-lo de você.

Sucesso a todos.